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Entrevistas

Tradutor PT7 - Brazil, Bacharel em Comunicação Social

Tradutor PT7 (Brazil)
Bacharel em Comunicação Social

Esta tradutora tem mais de 10 anos de experiência em tradução de textos das áreas das Ciências Econômicas, Sociais e Comunicação.


QVemos em seu currículo que você tem uma experiência profissional significativa além da tradução. Então, o que levou você a escolher a profissão de tradutor ao longo de um trabalho que vinha desempenhando regularmente?

AEu trabalho como Diretora de Atividades há mais de oito anos em uma escola internacional no Brasil, além de executar outras funções no setor de hospitalidade ao longo da vida profissional. Uma das principais razões para ter iniciado minha carreira na tradução foi o fato de eu ter sido mãe. A tradução como profissão era algo que eu poderia desempenhar a partir de casa. Entretanto, a tradução como profissão tornou-se tão exigente que depois de terminar o meu trabalho, usualmente das 9:00 às 17:00 horas, eu tinha que ficar acordada até as duas da manhã para terminar as traduções. Quando você se compromete com um trabalho de tradução, não há espaço para desistência, então eu decidi trabalhar como tradutora em tempo integral. Tenho me realizado como tradutora profissional, ainda mais ao ler um material traduzido por mim antes de ser publicado.

QÉ muito interessante saber que você escolheu o Inglês como língua para tradução, já que você é brasileira de nascimento. Compartilhe a sua história e experiência com a língua Inglês e diga se você acredita que uma pessoa pode se tornar um perito em duas línguas tão diferentes?

AMeus pais eram Dinamarqueses, mas eu nasci no Brasil. Por isso o idioma que conversávamos em casa era o Inglês. Além disso, eu estudei em uma escola de educação americana no Rio de Janeiro toda a minha vida (incluindo ensino médio). O fato de você ser educado na língua dá uma base mais sólida de gramática, etc. Você não precisa aprender na rua.

QComo você faz para se manter atualizada com relação aos acontecimentos recentes na indústria e os assuntos que você traduz e, ao mesmo tempo, desenvolver suas habilidades na língua inglesa?

ASou uma tradutora contratada em uma editora de renome, o que me ajuda a estar constantemente atualizada com os acontecimentos recentes na indústria e na minha área de estudo, pois tudo o que é publicado passa por mim primeiro. Com relação a melhorar minhas habilidades na língua inglesa, eu ocasionalmente desempenho a função de professora fazendo trabalhos voluntários em algumas comunidades carentes. Desta forma, revejo constantemente os meus conhecimentos de inglês.

QVocê poderia falar sobre as suas áreas de especialização?

AAs publicações científicas são uma das minhas principais áreas de especialização. Outras áreas em que tenho trabalhado muito são a tradução de novelas e materiais de marketing.

QComo você faz para traduzir os manuscritos? Em sua opinião, quais são os atributos essenciais que cada tradutor profissional deve possuir?

AUm dos principais problemas que afetam muitos tradutores são os prazos de entrega curtíssimos, o que não permite uma dedicação de corpo e alma a um trabalho / projeto específico. Sempre após o final de um trabalho de tradução para a editora na qual trabalho eu faço uma revisão após um intervalo de pelo menos um dia, pois isso me dá uma visão nova do mesmo. Ao revisar o documento imediatamente após a tradução, pelo fato de você estar cansado, além de você ter a tendência de lê-lo rapidamente, você também não será capaz de analisar a tradução feita de maneira qualitativa. Então, eu diria que o tempo é crucial para uma boa tradução e a leitura é fundamental, pois você tem que entender o que está lendo a fim de traduzir o manuscrito com precisão utilizando, assim, a gramática e a terminologia correta.

QVocê já traduziu documentos fora de sua área de especialização? Caso isso seja verdade, qual procedimento você seguiu com relação a seleção e uso de termos técnicos para esses trabalhos?

ASe o documento for muito técnico e eu não me sentir confortável, eu ajo com honestidade com relação as minhas limitações e acabo recusando tais trabalhos para não sacrificar a qualidade da tradução. Na maioria dos casos, eu sempre solicito ao autor arquivos de referência, como glossários, para me certificar de que estou utilizando as palavras técnicas corretas. Nos casos em que o autor não pode fornecer tal documento, eu procuro pesquisar extensivamente em sites especializados, onde certamente poderei encontrar mais sobre o assunto. Nesses casos eu também destaco certas palavras / termos que eu gostaria que o autor verificasse.

QNa sua opinião, existe alguma diferença entre um manuscrito acadêmico e um não acadêmico?

A70% dos trabalhos que recebo são acadêmicos; daí provém minha experiência mais significativa. Eu diria que manuscritos não acadêmicos são muito menos técnicos em comparação com os trabalhos científicos que eu tenho traduzidos e, geralmente, não possuem um alto nível de dificuldade. Entretanto, eu não posso afirmar com toda certeza, pois minha experiência na tradução de documentos não acadêmicos não é tão significativa.

QVocê poderia dar um exemplo de um trabalho que desafiou suas habilidades como tradutora?

AUm dos últimos trabalhos traduzidos e que considerei extremamente interessante e desafiador foi um trabalho de transcrição de uma apresentação sobre doenças desconhecidas ao redor do mundo. Esse tema foi apresentado em uma conferência e eu possuía, como material de apoio, o arquivo em Powerpoint, uma cópia do roteiro e o vídeo da apresentação. Os palestrantes foram apresentando os problemas que assolam o seu próprio país e as soluções sugeridas por estes. Achei interessante o fato de haver semelhanças entre o meu país e países distantes.

QQual é a sua opinião sobre os processos de tradução seguidos pela Ulatus?

AEu acho que o processo seguido pela Ulatus é realmente bom, o que resulta na tradução de alta qualidade de um manuscrito. Minha sugestão seria passar os trabalhos para profissionais (tradutores e gestores de tradução) que possuam estilos de escrita semelhantes, que se sintam seguros com o uso das mesmas palavras e que tenham a oportunidade de trabalharem juntos mais frequentemente; assim, acredito que não haveria qualquer necessidade de revisões desnecessárias com base apenas em uma questão de preferência e estilo. Esta é uma sugestão que eu gostaria de compartilhar. Fora isso, eu acredito que tanto o processo quanto o resultado final são muito bons.

QVocê já usou ou usa atualmente qualquer programa para ajudar na tradução? E como tem sido a sua experiência com esses programas?

ATenho recebido muitos manuscritos para revisão, mas devolvi imediatamente ao saber que eles foram traduzidos por programas online. Pessoalmente, eu não gosto do resultado da tradução realizado por programas; também não sou a favor do uso de ferramentas de tradução automática, pois além da escolha das palavras serem, muitas vezes, incorretas, há sempre uma confusão de sentidos. Eu particularmente não me sinto confortável ao trabalhar com esses programas e ferramentas.

QVocê tem trabalhado como tradutora há mais de uma década. Desta maneira, como tem sido a sua experiência com a Ulatus em comparação com outras agências?

AEu acho que a experiência tem sido muito boa. Sempre que eu precisei esclarecer alguma dúvida as respostas foram rápidas, diretas e cordiais, o que não encontrei em algumas outras agências nas quais já trabalhei. Todas as dúvidas são respondidas de uma forma muito profissional e minha experiência com a Ulatus tem sido muito positiva.

Tradutor PT7 - Brazil, Bacharel em Comunicação Social
Tradutor PT9 - Brazil, Doutor em Parasitologia
Tradutor PT28 - Netherlands, Doutora em Farmacologia e Toxicologia
Tradutor PT34 - USA, Bacharel em Ciências em Engenharia Química
W.A.B. Schmidt - EUA, Medicina geral, pediatria, obstetrícia e ginecologia
Jeffrey B. Hart - Reino Unido, Economia e Administração

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