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Pós-Edição De Tradução Automática


Pós-Edição De Tradução Automática

Com tecnologias em evolução constante, a tradução deu um salto gigante em termos de automatização e eficiência. A tradução automática provou ser uma opção viável para empresas que procuram uma tradução eficiente em termos de custos e com tempos de resposta rápidos. Embora a qualidade da tradução automática por si só não seja fiável, torna-se uma escolha adequada para documentos de baixo risco quando aliada a tradutores humanos.

Estamos a oferecer Edição Humana de Tradução Automática como um serviço para os clientes que precisam do melhor em termos de rapidez e de relação custo-eficácia. Embora a qualidade do produto final não corresponda à nossa tradução humana, este serviço assegura uma entrega atempada e custos mínimos. O seu ficheiro inicial será traduzido por um computador e, de seguida, um revisor bilingue irá verificar e editar o documento.

 

Nasıl çalışır?

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STEP 1Você carrega o ficheiro a ser traduzido no nosso servidor seguro. O seu ficheiro é-nos enviado e nós iniciamos o processo para preparar o seu orçamento personalizado
Memórias de Tradução
STEP 2Enquanto preparamos o seu orçamento, recuperamos as suas traduções anteriores e apenas cobramos o que for novo. Caso seja o seu primeiro pedido, iremos armazenar as suas memórias de tradução para reduzir os custos
Orçamento personalizado
STEP 3O nosso representante entra em contacto consigo com um orçamento personalizado no período de 2 horas após a sua solicitação. Quando você confirmar, o processo de tradução é iniciado.
Tradução Automática
STEP 4O seu documento é traduzido por um computador utilizando as mais recentes tecnologias do setor. Mantemos a formatação do seu ficheiro e asseguramos uma tradução automática da mais elevada qualidade
Edição Humana
STEP 5Após a tradução do seu ficheiro, um especialista bilingue verifica o seu ficheiro e compara o texto original com o texto traduzido automaticamente. Portanto, a qualidade do produto final traduzido automaticamente aumenta consideravelmente.
Entrega do Ficheiro
STEP 6O ficheiro traduzido é-lhe entregue e as suas memórias de tradução são armazenadas, de forma a diminuir os seus custos em pedidos futuros.

 

Exemplo

Ciências Sociais
  • JP EN economics original
  • Arquivo fonte

    Sabemos que as Ciências Sociais se constituem como um universo autônomo, isto é, distinto de outras formas discursivas (senso comum, religião, política, filosofia, literatura, etc.), apenas no final do século XIX.

    Porém o estudo da cultura, como esfera temática diferenciada, encontra–se ainda nesse momento pouco desenvolvido.

    A Sociologia tem interesses mais prementes, o que se expressa nos objetos escolhidos pelos principais autores e correntes de pensamento da época: sociedade versus comunidade (Tonnies), divisão do trabalho (Durkheim), ética e capitalismo (Weber), mercadoria (Marx), industrialização e urbanização (Escola de Chicago).

    Há no entanto uma dimensão que irá chamar a atenção dos pesquisadores: o mundo da grande arte.

    Fruto das transformações ocorridas nesse mesmo século, a Arte (com maíuscula), como campo específico voltado para o universo restrito de seus pares, se consolida como um importante marco de referência a ponto da noção de cultura com ela se confundir (cf. Bourdieu, 1996; Williams, 1983).

    Os termos culto e cultivado traduzem bem esta associação revelando as características de "superioridade" do mundo artístico em relação a outros domínios da sociedade.

    Uma forma de se perceber isso encontra–se na dicotomia cunhada pelos pensadores alemães:

    Kultur versus civilização.

    A Kultur corresponderia à esfera mais "elevada" da razão e do espírito; nela o indivíduo, o "ser humano", se realizaria por inteiro (cf. Elias, 1990).

    Caberia à civilização contentar–se com o lado material, industrial, técnico, portanto, "menor" das sociedades modernas.

    Existiria pois uma contradição insuperável entre essas duas dimensões antagônicas da vida.

    Durante o século XX, um conjunto de análises irá fundar uma nova especialidade, a Sociologia da Cultura, que basicamente se confunde com a "alta cultura" (penso nos trabalhos de Lucien Goldmann e de Levin Schucking).

    A literatura e a pintura desfrutam assim de um estatuto privilegiado, transformando–se em padrão de avaliação, de mensuração, das outras expressões culturais existentes.

    Dito de outra forma, a esfera artística não constitui simplesmente um universo autônomo, ela é alçada à posição de parâmetro ideal na compreensão de toda qualquer manifestação cultural (cf. Lowenthal, 1984).

    Um exemplo, o debate sobre o surgimento da cultura de massa nos Estados Unidos (anos 40 e 50).

    Nele, a Arte é o divisor de águas das opiniões conflitantes, ela é referência obrigatória, ao ser criticada como elitista (pelos autores liberais vinculados à idéia de democracia de massa e ao mercado), ou idealizada como derradeiro refúgio da liberdade espiritual (os frankfurtianos) (cf. Jacobs, 1964; Horkheimer, 1941).

  • JP EN economics original
  • Arquivo Traduzido

    We know that social sciences constitute an autonomous universe, that is, distinct from other discursive forms (common sense, religion, politics, philosophy, literature, etc.) only in the late nineteenth century.

    However, the study of culture, as a differentiated thematic sphere, is still underdeveloped.

    Sociology has more pressing interests, which is expressed in the objects chosen by the main authors and currents of thought of the time: society versus community (Tonnies), division of labor (Durkheim), ethics and capitalism (Weber), commodity (Marx), industrialization and urbanization (Chicago School).

    There is, however, one dimension that will draw the attention of researchers: the world of great art.

    As a result of the transformations that occurred in the same century, Art (capitalized), as a specific field focused on the restricted universe of its peers, consolidates itself as an important frame of reference to the point of the notion of culture with which it is confused (cf. Bourdieu, 1996; Williams, 1983).

    The terms cult and cultivated translate well this association revealing the characteristics of "superiority" of the artistic world in relation to other domains of society.

    One way of perceiving this lies in the dichotomy coined by the German thinkers:

    Kultur versus civilization.

    Kultur would correspond to the "higher" sphere of reason and spirit; in it the individual, the "human being", would be fully realized (cf. Elias, 1990).

    It would be up to civilization to be content with the material, industrial, technical, and therefore "minor" side of modern societies.

    There would then be an insurmountable contradiction between these two antagonistic dimensions of life.

    During the twentieth century, a set of analyzes will establish a new specialty, the Sociology of Culture, which is basically confused with "high culture" (I think of the works of Lucien Goldmann and Levin Schucking).

    Literature and painting thus enjoy a privileged status, becoming the standard of evaluation and measurement of other existing cultural expressions.

    Put another way, the artistic sphere is not simply an autonomous universe, it is elevated to the position of ideal parameter in the comprehension of any cultural manifestation (cf. Lowenthal, 1984).

    One example is the debate about the emergence of mass culture in the United States (1940s and 1950s).

    In it, Art is the watershed of conflicting opinions, it is an obligatory reference, when criticized as elitist (by liberal authors linked to the idea of mass democracy and the market), or idealized as the ultimate refuge of spiritual freedom (the Frankfurters ) (cf. Jacobs, 1964; Horkheimer, 1941).

Negócio
  • JP EN economics original
  • Arquivo fonte

    ESTRATÉGIAS EMPRESARIAIS

    Existe hoje uma estrutura hierárquica generaliza-da na literatura sobre estratégias empresariais, pro-posta inicialmente por Wheelwright (1984), que é dividida nos seguintes níveis: a estratégia corporati-va, as estratégias das unidades de negócio e as estra-tégias funcionais (marketing, pesquisa e desenvolvi-mento, recursos humanos, finanças e manufatura).

    Quanto à estratégia de negócios, a maioria das em-presas utiliza o modelo proposto por Porter (1991), sintetizado em duas estratégias básicas: menor custo e diferenciação.

    A partir do desenvolvimento recente do conceito de estratégia de manufatura, pode-se afirmar, de forma con-cisa, que ela deve envolver o desenvolvimento e o des-dobramento dos recursos da manufatura em total ali-nhamento com os objetivos e as estratégias da empresa.

    O conteúdo e a formulação de uma estratégia de manufatura convergem para o estabelecimento de dois componentes básicos: o estabelecimento das priori-dades competitivas da manufatura e o equacionamento

    a resolução das questões estruturais e de infra-estrutura da manufatura. Neste trabalho, enfatiza-se

    conceito de prioridades competitivas, entendidas como um conjunto de opções de prioridades que a manufatura tem para competir no mercado durante um certo horizonte de tempo. Para Pires (1995), elas consistem em:

    • custo, que significa a busca por um menor custo de produção;
    • qualidade, que implica a oferta de produtos e ser-viços com qualidade;
    • desempenho das entregas, que representa a busca de prazos de entrega cada vez menores e mais con-fiáveis;
    • flexibilidade, principalmente no tocante ao mix, ou composto, de produtos e volume de produção.

    A partir da definição de uma estratégia corporati-va e de uma estratégia competitiva, pode-se iniciar a definição de uma estratégia de manufatura por meio da definição de suas prioridades competitivas (Figu-ra 1).

    As prioridades competitivas também podem ser classificadas de acordo com critérios ganhadores de pedidos ou critérios qualificadores dentro de deter-minados negócios (Hill, 1993). Critérios ganhadores de pedidos são aqueles que contribuem direta e sig-nificativamente para a realização de um negócio. Já os critérios qualificadores representam um patamar que a manufatura deve necessariamente atingir para entrar na competição.

  • JP EN economics original
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    BUSINESS STRATEGIES

    The current literature on business strategiesshows a generalized hierarchical structure, first proposed by Wheelwright (1984), which is divided into the following levels: corporate strategy, business unit strategies, and functional strategies (marketing, research and development, human resources, finance and manufacturing).

    Regarding the business strategy, most companies use the model proposed by Porter (1991), which uses two basic components: lower cost and differentiation.

    Based onthe recent development of the concept of manufacturing strategy, it should, in a few words, involve the development and utilization of manufacturing resourcesmaintaining full alignmentwith the company’s goals and strategies.

    The content and formulation of a manufacturing strategy converge to the creationof two basic components: definitionof competitive manufacturing priorities and analysis and

    Resolution of structural and manufacturing infrastructure issues.

    This study emphasizes Theconcept of competitive priorities, which refers to a set of priorities for manufacturing to compete in the market during a certain period of time. For Pires (1995), they consist of:

    • cost, which means searching for a lower cost of production;
    • quality, which implies offering quality products and services;
    • delivery performance, which refers toachievingincreasingly shorter and more reliable delivery times;
    • Flexibility, especially in relation to the product mix and volume of production.

    After the definition of a corporate strategy and a competitive strategy, a manufacturing strategy can be developed by defining its competitive priorities (Figure 1).

    Competitive priorities can also be classified according to order-winning or order-qualifying criteria in certain businesses (Hill, 1993). Order-winning criteria are those that directly and significantly contribute to winning a business order. Order-qualifying criteria, however, define thelevel that manufacturing must necessarily achieve to enter the competition.

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